Cateter para Diálise

Dra., por que preciso de diálise?

Quando o rim não funciona adequadamente, sua função precisa ser substituída por uma máquina, é o que chamamos de Diálise. A diálise filtra o sangue e tira as impurezas que sairiam pela urina. Muitas doenças podem fazer com que o rim pare de funcionar como pressão alta, diabetes, uso de medicações tóxicas para o rim, doenças autoimunes (quando o sistema de proteção do corpo passa a atacar de forma errada as células normais do corpo),  rins policísticos e muitas outras. As vezes o rim pára de funcionar por curto período de tempo associado a uma causa aguda como uma infecção grave p.ex.

E como é feita essa diálise?

A diálise pode ser feita pelo sangue através da veia (hemodiálise) ou pela barriga (diálise peritoneal). A melhor forma é a hemodiálise, e ela também pode ser feita de 2 maneiras: por cateter (um caninho de plástico dentro da veia) ou por uma fístula arteriorvenosa (leia mais na especialidade abaixo).

 

Como é a cirurgia de implante do cateter?

Existem 2 tipos de cateter para hemodiálise: os de longa permanência (que duram muitos anos se bem cuidados) e os temporários (geralmente para casos que o rim provavelmente voltará a funcionar ou quando tem alguma infecção no sangue que precisa ser tratada antes de colocarmos um cateter permanente).  Os 2 tipos são implantados dentro do centro cirúrgico com anestesia local e uma sedação (o paciente dorme e nem vê o procedimento!), com ajuda de ultrassom  e com Raio X em tempo real, o cirurgião acha a melhor veia (em geral no pescoço) e implanta o cateter. Os permanentes costumam ter sua ponta (que liga na máquina de diálise) saindo da pele no tórax (ele passa por baixo da pele e sua saída é longe da veia do pescoço, o que diminui a infecção). Já os temporários, tem sua saída no pescoço. É um procedimento seguro e o paciente recebe alta do hospital no mesmo dia, na maioria das vezes.

 

Quais são os riscos e complicações a longo prazo?

Pode ocorrer infecção ou entupimento do cateter, que são indicações de troca do cateter.

E podem gerar trombose da veia com inchaço no braço e piora do funcionamento do cateter. Por conta dessas complicações, geralmente preferimos o uso de fístulas arteriovenosas para hemodiálise, já  que essas tem menores índices de complicações. Alguns pacientes que não

tem veia boa para fazer uma fístula, e passam anos com cateteres sem problemas! Se bem cuidados os cateteres podem ter baixos índices dessas complicações, o cirurgião vascular orienta os cuidados necessários e cuida também desses cateteres junto com uma equipe

de enfermagem especializada em diálise.

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